O vereador Amadeu de Brito (PR) vai perder o mandato devido a condenação por improbidade administrativa por ter se apropriado de verba do legislativo, quando justificou com notas falsas uma viagem oficial. Ele perdeu o último recurso no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta semana.
Na sentença, ele teve a cassação dos direitos políticos por cinco anos . O julgamento do recurso extraordinário saiu na quarta-feira. Ele deve perder o mandato em 30 dias após trâmite burocrático da Justiça e Ministério Público.
Antes de ser condenado pela Justiça, ele chegou a devolver os recursos, mas isso não aliviou a pena. Na época o vereador pediu licença e usou carro oficial com motorista e diária para viagem e hospedagem em São Paulo entre os dias 13 a 15 de março de 2002.
A sentença em primeira instância constatou que o vereador e o motorista “não viajaram, se apropriaram do dinheiro público e ainda fizeram falsa prestação de contas para tentar acobertar a apropriação”. Os dois foram condenados pelo crime de peculato.
Em novembro do ano passado, o STF não aceitou o agravo de instrumento contra decisão e não admitiu recurso extraordinário.
A mesa diretora do legislativo aguarda a notificação para tomar as medidas cabíveis.O JC não conseguiu localizar o vereador ontem. Em entrevista à imprensa de Marília, Brito alega que tem sido “vítima de uma perseguição política” e que não há provas contra ele. Quem assumirá a cadeira é o pastor evangélico Marcos Custódio..
Na sentença, ele teve a cassação dos direitos políticos por cinco anos . O julgamento do recurso extraordinário saiu na quarta-feira. Ele deve perder o mandato em 30 dias após trâmite burocrático da Justiça e Ministério Público.
Antes de ser condenado pela Justiça, ele chegou a devolver os recursos, mas isso não aliviou a pena. Na época o vereador pediu licença e usou carro oficial com motorista e diária para viagem e hospedagem em São Paulo entre os dias 13 a 15 de março de 2002.
A sentença em primeira instância constatou que o vereador e o motorista “não viajaram, se apropriaram do dinheiro público e ainda fizeram falsa prestação de contas para tentar acobertar a apropriação”. Os dois foram condenados pelo crime de peculato.
Em novembro do ano passado, o STF não aceitou o agravo de instrumento contra decisão e não admitiu recurso extraordinário.
A mesa diretora do legislativo aguarda a notificação para tomar as medidas cabíveis.O JC não conseguiu localizar o vereador ontem. Em entrevista à imprensa de Marília, Brito alega que tem sido “vítima de uma perseguição política” e que não há provas contra ele. Quem assumirá a cadeira é o pastor evangélico Marcos Custódio..



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